Au Revoir Simone – Bird of Music

Olá a todos! Mais uma vez, de forma insistente, tento eu, voltar a postar nesse blog.

Au Revoir Simone é um trio de lindas garotas de Brooklyn – NY que tocam um indie-folk dream-pop, cujo nome foi dado em homenagem a uma cena de Pee-Wee’s Big Adventure do Tim Burton. Apaixonem-se:

Antes de ler as declarações da NME em relação a banda, eu tinha a intenção de escrever um texto poético-descritivo, porém antes mesmo de começar, alguém, muito inspirado pelo melhor dream pop que já ouvi até hoje, isso mesmo, Au Revoir Simone – já havia me superado by far.

Descrição da banda pela NME: “Au Revoir Simone [appears] onstage like the sisters from The Virgin Suicides—[its] looks ranging from prim librarian, to hippy housewife to raven-haired art student. [The group] excavates the lost corner, joining Ladytron and Camera Obscura: lush electronic hypno-folk that breezes from the speakers like chocolate melting over one of Latitude’s many £5-a-crepe food stalls”.

SAP: Au Revoir Simone [entra] no palco como as irmãs de As Virgens Suicidas – [seu] estilo varia desde uma bibliotecaria formal, a uma dona de casa morderninha até uma estudante de artes muito louca. [O grupo] explora o pedaço obscuro do universo musical, junto com Ladytron e Camera Obscura: magnífico hypno-folk eletrônico que flutua dos alto-falantes como chocolate derretendo em um dos vários crepes de 5U$ nas  barraquinhas em Latitude.

Em outro artigo, ainda da NME: “Au Revoir Simone must have beamed in from a land where lace clouds breeze over crystal lakes and icicles grow from the warm earth. This New York three-piece’s glorious synth-lead alt-folk will leave you crying on the stairs in the middle of the night.”

SAP: Au Revoir Simone teletransportou-se de uma lugar onde laços de nuvens flutuam sob lagos cristalinos e flocos de gelo surgem da terra quente. Esse glorioso synth-lead alt-folk trio de Nova Iorque o deixará em prantos nas escadas no meio da noite.

Pois bem, após tais descrições (acompanhadas de péssimas traduções), não há nada mais que precise ser dito, sinto só ter escutado ao Bird of Music, porém foi o bastante para que eu ficasse impressionado, é um álbum que confunde os meus sentidos e sentimentos, hahaha, em um momento me faz sentir em um gramado bucólico recebendo as primeiras horas de sol do dia, porém logo me leva para um praia chuvosa, não sei… hahaha.

 

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Matson Jones – Matson Jones

Olá crianças! Depois de um longo período sem posts, voltei com algo fantástico (sempre modesto, ‘course)… Matson Jones! Você não vai encontrar na sua playlist de música alternativa, nem na sua loja de cds underground, é talvez a banda mais underrated que eu já conheci.

Matson Jones é uma banda de post-punk quase indie rock, eles são de Fort Collins – Colorado. Vou entregar de cara a característica mais interessante da banda, a ausência de guitarras! Tá, eu sei, qual a novidade? A novidade é o instrumento escolhido para substituir as guitarras… VIOLONCELOS! Não, eu não estou brincando, as duas solistas agridem seus violoncelos como se fossem Fenders Squires nas mãos do Kurt Cobain, e se intercalam nos vocais no melhor estilo Yeah Yeah Yeahs, acompanhadas por um baixo e uma bateria que mantém o ritmo da música enquanto as duas entram em sua mente e sua alma.

Até onde eu sei, pois as informações sobre a banda são escassas, foram gravados dois álbuns: Matson Jones de 2004 e A Little Bit Of Arson Never Hurt Anyone de 2005, depois disso a banda sumiu? No Wikipedia, No Torrents, No Blogsphere Fuzz… Apesar de tudo, sei que o selo responsável pelos dois álbuns é o Sympathy For The Record, mesmo selo que lançou o White Stripes, a preguiça infelizmente me acomete e não vou fuçar no site deles (caso haja um) para descobrir o paradeiro da banda, porém, fica a dica para quem se animar com a banda.

O álbum autointitulado Matson Jones de 2004 é excelente, não descarto nenhuma faixa, cada uma se sustenta maravilhosamente como única e o álbum como um todo é uma viagem, é rock.. é punk.. é grunge… é ótimo! Um paralelo possível seria Yeah Yeah Yeahs na primeira fase, só que com menos gritos e atitude e muito mais música, logo, não há nada parecido que eu conheça… mas se isso não lhe convence, ao menos, a título de curiosidade, descubra como é fazer rock de qualidade com violoncelos.

O vídeo, que na verdade é só esse disco rodando, é de uma faixa que não está presente no álbum que eu encontrei para baixar na internet, porém é a faixa que me fez conhecer e apaixonar pela banda…

 

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Midnight Movies – Lion The Girl

Midnight Movies é uma banda de Pop Psicodélico, ou pelo menos os integrantes gostariam que fosse, porém a profundidade das letras e a coleção de arranjos insanos, em Lion The Girl de 2004, deixou o som da banda um tanto underground.  Midnight Movies têm um álbum anterior, auto intitulado, um tanto enxugado, com muitas boas inspirações, mas pouca personalidade ou mesmo, talento. Podemos dizer que com Lion The Girl e sob nova formação, novo baixista e baterista, esses “detalhes” foram sanados.

Imagine-se viajando por paisagens Californianas, desde campos e fazendas, até alamedas escuras de L.A., o som da banda apela para os sentidos, para a metamorfose musical, Patient Eye, segunda faixa do álbum, é simplesmente uma viajem de LSD, sem precisar do mesmo… hehehe. A voz de Gene Olivier é algo de outro mundo, definitivamente um noir dessas bandas de art punk. A crítica também gostou de Lion The Girl e tenho certeza que vocês também vão gostar.

 

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Yeah Yeah Yeahs – Yeah Yeah Yeahs (EP)

Na minha décima colacação, temos… Yeah Yeah Yeahs – Master (EP).

Yeah Yeah Yeahs é uma banda de Indie Rock’n’Roll de Nova York. Karen O (vocalista), Nick Zinner (guitarra, teclado) e Brian Chase (bateria), formaram o YYYS no final de 2000, a caraterística mais distinta da banda é o vocal de Karen, seus berros desesperados acrescentam um elemento art punk para o som da banda, juntamente com os seus figurinos violentamente coloridos e sua presença de palco.

Master é na verdade o apelido do primeiro EP da banda, cujo nome verdadeiro é Yeah Yeah Yeahs. Eu escolhi um EP ao invés de um dos álbuns da banda, porque, na minha opinião, todas as faixas do EP são excelentes, os álbuns, por sua vez, são muito bons, mas não 100% excelentes, como esse EP. Todas as letras desse EP descrevem garotas cools e cults que simplesmente são um perigo para nós, homens.

Sem mais, Yeah Yeah Yeahs é relativamente famoso, mas aqui no Brasil não são comercializados EPs, portanto, se você já gosta de YYYs esse álbum é indispensável, e se ainda não conhece, vai passar a gostar depois de escutá-lo.

 

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