G Love and The Special Sauce

Howdy.

Estava conversando com o Herr Dunkle e ele havia calculado quantas linhas ele havia escrito, em média, por dia, desde que ele começou a postar (não, ninguém é normal por aqui), me fez pensar, o que significa escrever em um blog (…) pronto, pensei bastante e sabe o quê? Não é o tema do post! Ha!

Não fiquei louco de vez, calma. É que tenho postado menos justamente por pensar muito sobre o que eu vou postar, algumas pessoas (como eu) têm o hábito de somatizar essa ansiedade, transformando-a em cansaço e acabam por não fazer nada. O negócio é deixar rolar, laid back and relax e G. Love is all about se jogar e deixar a brisa te ventilar (ficou quase bom o trocadalho do carilho). Então ao som de G. Love vou relaxar e revolucionar seus ouvidos!

G. Love and The Special Sauce é uma banda de alternative white blues (quê?), blues com influências que partem de um sound system que diverge das raízes do blues e feito por branquelos. Esses caras estão na estrada desde 1993, quando lançaram o primeiro álbum desse post, o álbum de estréia da banda auto intitulado G. Love and The Special Sauce, no qual está “Cold Beverage”, faixa que colocou a banda no mapa com uma puta repercussão no rádio e transmissões massivas na MTV. Em 1995 lançam seu segundo álbum, que não chegou nem perto na repercussão, mas foi mais elogiado pela crítica, porquê de fato é menos radiofônico, porém é musicalmente mais elaborado.

G. Love and The Special Sauce é um álbum feito para agradar aos ouvidos, os primeiros 30 seg. já dizem muito, você começa a se largar, se largar, quando você menos percebe já está com metade do corpo pra fora da janela do carro sentido a brisa no seu rosto, torcendo para que a estrada e o pôr do sol não acabem, nunca, ou pelo menos até esse álbum chegar ao fim. Gosto do álbum e digo mais, a crítica que se fod*, sim eles são grandes músicos e Coast to Coast Motels de 1995 prova isso, mas esse álbum é melhor por ter mais alma, que culpa eu tenho se a vibe positiva fica bem mais intensa nas faixas radiofônicas da banda? None.

Depois da tour de Coast to Coast, a banda faliu e quase terminou, para que não fosse trágico, decidiram seguir caminhos diferente em uma espécie de hiato criativo e em 1997 retornam para lançar seu terceiro e, no meu ver, melhor álbum – Yeah, It’s That Easy, e mais uma vez não é o álbum mais inventivo em termos musicais, porém o título já diz tudo, essa é a alma da banda, essa visão sussa do universo, Yeah, It’s That Easy, esse álbum só fica bom, eu ouço e ouço e fica melhor, melhor pedida para uma roadtrip sem rumo (nunca fez isso? não morra antes de tentar, mesmo que sua primeira vez seja como a minha, contra sua vontade, hahaha).

Depois de Yeah, It’s That Easy a banda lançou mais três álbuns, mais experimentais, saindo do blues e aventurou-se no funk, soul, etc. Tudo muito legal porquê os caras são bons, mas eles começaram a trabalhar com o Jack Johson e (…), repito, a alma deles tá no blues, é largada, o resto é firula artística, hahaha.

Mas eu posso tá falando merd*, então ouçam um pouco de tudo na coletânea bacana dos caras (…)

 

Ouça: Grooveshark

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Baixe: Piratebay (discografia)

Não sabe baixar Torrents? não tenha vergonha seu analfabeto, ninguém vai saber se você usar nossa seção de HELP

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